Envelhecer é uma preocupação  constante do ser humano em todos os tempos. Hoje rejeitamos o envelhecimento e não nos conformamos com a sua evidência.  A terceira idade desperta sentimento negativo como: “A ansiedade de cada dia, o medo e a solidão”.

Alguns critérios médicos mostram diferenças entre pessoas jovens e idosas, ambas sadias. Entre estes destacam as provas da função pulmonar, da função renal e o teste ergométrico, que avalia a função cardíaca. Algumas vezes pode ocorrer confusão nessa avaliação, sendo difícil distinguir uma alteração devida à doença de alteração própria da idade.

Um importante conceito é que, diante de situações de tensão ou de esforço físico, o idoso apresenta maiores probabilidades de desenvolver problemas de saúde. Uma mesma doença pode se apresentar de maneira diferente na terceira idade quando comparada à que ocorre em um jovem.

Isto não quer dizer que é mais grave no idoso, e sim que pode ser simplesmente diferente. Como exemplo disso, o hipertireoidismo no jovem apresenta um quadro muito mais perigoso do que aquele que o idoso apresenta, e que pode até passar despercebido.

Outro exemplo é o diabetes, que na terceira idade é menos intensa e de mais fácil controle no idoso do que no jovem. Chegada à terceira idade, inicia-se o tempo de aproveitar os resultados de tudo aquilo que construímos durante nossas vidas. É natural que essa fase seja marcada por profundas reflexões sobre o significado de nossa existência e sobre todos os projetos em que nos envolvemos, tenham eles sido bem ou malsucedidos.

Às vezes fazemos avaliações duras demais, pois atribuímos um valor muito maior a tudo aquilo que, por algum motivo, deu errado, ou seja, é comum darmos mais atenção às lembranças desagradáveis do que às boas na busca da longevidade.

Foto tirada do site do Yahoo

Jornalista: Agnaldo Moreira

 

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